quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O permanente e o provisório


"O casamento é permanente, o namoro é provisório. 


O amor é permanente, a paixão é provisória. 

Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. 

Um endereço é permanente, uma estada é provisória. 

A arte é permanente, a tendência é provisória. 

De acordo? Nem eu. 

Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem, anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem pra agora, hoje é o meu dia, nenhum outro. 

Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, nossos achaques, nossos preconceitos, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos. O amor se infiltra dentro da nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro. 

Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, a amizade é fortíssima até encontrar uma desilusão ainda mais forte, a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire. 

Faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço seus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós."

Martha Medeiros

6 MESES DE BLOG!!

Essa semana completamos seis meses! Que venham muitos outros pela frente!!


FELIZ 6 MESES PRA GENTE!!


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Pensata






"Eu não preciso ser bonita e novinha. Não preciso provar nada pra ninguém.
Não preciso estar sempre disposta e com tudo em dia. Mas eu preciso, sim, estar bem comigo. E se me faz bem cuidar da aparência, do corpo, da alma, então tá.
O problema é ser escrava de uma coisa só porque “tem que ser”. Não, não tem que ser. Você tem que ser o que quiser, não o que os outros
 querem."

Clarissa Corrêa



quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Conexões de amor e gentileza

Os problemas geralmente aumentam quando o elemento espiritual não está presente num relacionamento. Jampolsky afirmou: "Quando nos sentimos separados do nosso ser espiritual, o que acontece é que nos sentimos temerosos de ser atacados. Começamos a ouvir a voz do ego, algo que geralmente fabricamos e que se comporta com medo". Abrindo mão dos pensamentos negativos e nos libertando do medo, melhoramos o modo como lidamos com os indivíduos e cada área da vida. Se o relacionamento for verdadeiramente de coação, diz Jampolsky, o casal decidirá juntos ser gentil e agradável com todas as pessoas: "Não é que você tenha um amor exclusivo; você o tem apenas para demonstrar que é o tipo de amor que se pode ter com todos". 

Demonstrar paz, gentileza, amor e ternura na vida diária significa ter uma conexão amorosa apenas com a outra pessoa, mas também como nós mesmos; significa nos entregarmos a Deus e vê-Lo em todos os nossos relacionamentos. Um dos maiores dons que se pode dar é ajudar os outros a se sentirem belos, amáveis, capazes e dignos. 

Recentemente aconteceu algo que me lembrou que é sempre preciso me esforçar para estabelecer relacionamentos amorosos. Estava conversando ao telefone com um amigo próximo. Geralmente ele é terno e gentil, e demonstra isso no seu modo de falar e de ser. Nesse dia, porém, foi diferente; ele parecia distante, frio e áspero. Estava frustrado com o trabalho, lutando contra um resfriado e queria esclarecer alguns planos que estávamos fazendo para uma celebração especial. Em vez de responder com amor, reagi dizendo: "Bem, não há necessidade de você ser mesquinho e áspero; talvez devêssemos falar sobre isso num outro momento, quando você estiver se sentindo melhor". Claro que isso apenas o deixou ainda mais chateado e distante. Ele se tornou mais hostil, e eu estava pronta para desistir de tudo. Tentar ver a divindade nesse homem era a última coisa que se passava em minha mente. Desligamos o telefone dizendo que tudo estava bem, muito embora nenhum de nós pensasse isso. 

Passei o dia inteiro pensando a respeito daquela conversa ao telefone. Compreendi que eu estava muito apegada ao modo como esperava que meu amigo fosse. Eu não queria reconhecer que qualquer um pode ter um dia ruim. Não precisava considerar sua atitude um ataque pessoal. Em vez disso, poderia decidir oferecer amor, compreensão e paciência. 

Passado um dia inteiro, finalmente reuni coragem suficiente para pedir desculpas pelo meu comportamento. Disse que tentaria ser mais compreensiva e não daria tanta importância ás suas mudanças de humor ou distanciamentos. Ele reconheceu que não deveria lançar sobre mim suas frustrações com o trabalho, e, porque gostava de mim e sabia o quanto eu estimava a ternura e a amabilidade nas outras pessoas, iria trabalhar seu comportamento e suas atitudes. Através da comunicação e da vontade de resolver o conflito, conseguimos nos aproximar mais em espírito.

Gosto de pensar que as cordas da harpa de Deus unem todos os corações. Quando decidimos nos distanciar dos outros, algumas dessas cordas se partem, e a música que ouvimos se desarmoniza. Quando decidimos ver o divino em todos e responder de maneira amorosa, não importando a maneira como tratam, então criamos uma música bela. Deus escreve as canções; tudo que temos que fazer é permanecer juntos e tocar as notas. Deixemos que a música celestial ressoe em todos os relacionamentos que tivemos. 

Pessoalmente, tenho uma lista de metas para criar relacionamentos mais harmoniosos:


  • Não participar de jogos de azar.
  • Não fingir.
  • Não ter expectativas.
  • Não reagir defensivamente.
  • Ter respeito por si mesmo.
  • Ter respeito pelos outros. 
  • Ter uma percepção constante de que sou filha de Deus e de que todos também são. 
Escolha viver pacificamente e permita que Deus seja seu relacionamento primário. Dessa forma, você trará o divino para todos os seus relacionamentos. 

Lembre-se


  • A essência do nosso ser é amor.
  • Saúde é paz anterior. Cura é abrir mão do medo.
  • Dar e receber são a mesma coisa. 
  • Podemos abrir mão do passado e do futuro.
  • O agora é o único tempo que existe, e cada instante é para se doar. 
  • Podemos aprender e amar a nós mesmos e aos outros perdoando em vez de julgar.
  • Podemos descobrir amor e não defeitos.
  • Podemos escolher ser pacientes, independentemente do que esteja acontecendo no exterior.
  • Somos alunos e professores uns dos outros. 
  • Podemos focar o todo da vida em vez dos fragmentos. 
  • Uma vez que o amor é eterno, a morte não precisa ser vista como algo a ser temido.
  • Podemos sempre perceber os outros como instrumentos para a ampliação do nosso amor. 

Referência Bibliográfica

Susan Smith Jones é PhD, escritora e palestrante norte-americana. 



    

A consciência dos pais


Todo mundo quer se sentir amado, apreciado, nutrido e apoiado. Isso é particularmente verdadeiro em relação a crianças e adolescentes. Nosso papel como pais é amar, apoiar, criar, nutrir os filhos, oferecendo-lhes um ambiente no qual experienciem a autoestima e sejam livres para descobrir e expressar seus talentos divinos.

Muito frequentemente queremos manipular, forçar ou coagir os filhos a fazer e a ser o que pensamos que deveriam. Precisamos retornar ao espírito e confiar que Deus revela aos nossos filhos sua visão mais elevada. Devemos ajudá-los a acreditar em si mesmos e em sua habilidade para viver suas visões.

Nossos filhos não estão aqui para concretizar os sonhos que não realizamos, nem para nos ajudar a resolver nossos negócios inacabados. Eles são filhos de Deus, e como espíritos já têm uma maravilhosa jornada preparada para eles. Nosso papel é amá-los incondicionalmente, apoiá-los, guiá-los e ajudá-los a compreender o quanto são amáveis, capazes e dignos. 

Os filhos refletem a consciência de cada pai. Quando eles estão causando problemas, veja o que precisa ser ajustado em sua própria vida. Certo dia fui a um parque com uma amiga e sua filha adolescente. Crianças até 12 anos pagavam meia entrada. Embora devesse ter pedido ingressos inteiros para todos ( a filha estava com 13 anos), na bilheteria ela disse: "Dois adultos e uma criança". Apenas alguns dias antes ela havia conversado com a filha sobre a importância de sempre dizer a verdade. Qual das duas mensagens falou mais alto?

Na minha prática de aconselhamento, as pessoas geralmente pedem conselhos sobre como disciplinar filhos problemáticos. Antes de abordar a questão eu avalio os pais - como eles se sentem a respeito de si mesmos e que valores e atitudes estão mostrando os filhos. Até que lidemos com nossa própria consciência e cuidemos dos negócios não concluídos, todas as nossas tentativas de "consertar" um filho problemático só vão piorar a situação.  

O que eu sempre me pergunto em cada caso, seja nos relacionamentos com filhos ou com adultos, é: "O que essa situação me diz a respeito de mim mesmo? O que esse desafio me revela? Como posso ser mais amoroso, como oferecer amor e ternura a essa pessoa?" Sei que posso elevar a consciência até a percepção da minha unicidade com Deus, especialmente nos momentos mais difíceis e desagradáveis; então serei capaz de ver com clareza, de responder em vez de reagir e de resolver as diferenças em vez de aumentar o conflito. 

Em seu livro Out in the Darkness, into the light, Gerald Jampolsky escreveu com maestria sobre isso: "Restringimos o amor de nós mesmos ao negá-lo. O que acontece é que começamos a nos sentir deprimidos, e achamos que lá fora, no mundo, existe algo de que precisamos. Começamos a ficar chateados quando não conseguimos. Tentamos controlar as pessoas. Tentamos manipulá-las e viver uma vida onde existem muitos ataques, onde muito se diz "Eu estou certo, você está errado". As pessoas não compreendem que a batalha que vemos lá fora, no mundo, é na verdade uma extensão da batalha que se passa em nossas mentes". 

       

Referência Bibliográfica

Susan Smith Jones é PhD, escritora e palestrante norte-americana. 


Pensatas

"Nossos filhos não estão aqui para concretizar os sonhos que não realizamos... Eles já têm uma uma maravilhosa jornada preparada para eles".

Música do dia

Don't worry, Be happy - Versão Mart'nália.


Tô indo pros States
Diretamente
Da Vila Isabel
Here's
A little song
I wrote
You might want
To sing it
Note for note
Don't worry
Be happy
In every life
We have some trouble
But when you worry
You make it double
Don't worry, be happy
Don't worry
Be happy now
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Don't worry
Eu falei
Be happy (4x)
Oo, ooo
Ain't got no place
To lay your head
Somebody came
And took your bed
Don't worry
Be happy
The land-lord say
Your rent is late
He may have
To litigate
Don't worry
Be happy
Don't worry
Pra não
Se estressar
Be happy
Pra se alegrar
Relax
Que tudo
Fica diferente
Stress faz adoecer
Amor rejuvenescer
Sorria mais
E leve a vida
Simplesmente
Ain't got no cash
Ain't got no style
Ain't got no girl
To make you smile
Liga não
Be happy
'Cause when you worry
Your face will frown
And that will bring
Everybody down
Don't worry
Deixa pra lá
Be happy
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Olha a gentileza
Olha a gentileza
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Simbora
Don't worry
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Deixa pra lá
Vem pra cá
O que é que tem?
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)
Oo, ooo
Lá, lá, lá (3x)