sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Oi pessoal! Fiquei sem internet um tempo por isso a demora dos posts, mas agora tudo voltou ao normal. Aos poucos vou postando tudo que planejei! Para começar, um texto para refletir.
SOLIDÃO
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...isto é circunstância.
solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma..."
Fátima Irene Pinto
SOLIDÃO
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...isto é circunstância.
solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma..."
Fátima Irene Pinto
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Música do dia
Sai de si
Vem curar teu mal
Te transbordoem som
Poe juizo em
mim
Teu olhar me tirou daqui
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim
Vem curar teu mal
Te transbordo
Poe
Teu
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim
Olhe só
Como a noite cresceem glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Como a noite cresce
E
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Olhe só
Como a noite cresceem glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Como a noite cresce
E
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Maria Gadú
terça-feira, 24 de julho de 2012
A influência do conflito parental no processo de adaptação dos filhos ao divórcio.
Para Souza o nível de conflito parental é um fator
significativo para a adaptação dos filhos e para o relacionamento pais-filhos. Separações
litigiosas, falta de diálogo e o não-cumprimento das combinações que envolvem
os filhos dificultam o processo do divórcio dos pais. A retomada do desenvolvimento
dos filhos está associada à constatação de que a separação que se efetivou é
conjugal e não parental. (HACK; RAMIRES, 2010).
Féres-Carneiro, Dantas; Jablonski e Féres-Carneiro compartilham do pensamento de que o comportamento dos pais influencia no
processo de adaptação dos filhos frente à situação do divórcio. A situação mais
penosa para os filhos é aquela em que as mães estão insatisfeitas com os pais,
embora ele visite os filhos frequentemente. Pode existir certa ambivalência na
postura das mães: por um lado, elas exigem que os pais participem mais
ativamente e responsavelmente na educação dos filhos, por outro, existe uma
resistência em deixá-los agir. O ideal é que haja encontro freqüente do filho
com o pai e que a mãe esteja satisfeita. (DANTAS; JABLONSKI; FÉRES-CARNEIRO,
2004).
A dificuldade das mães em lidar com o divórcio, até mesmo
pelo próprio processo de desvincular-se do relacionamento, pode contribuir para
dificultar o convívio entre pai e filho, a partir de uma interferência da mãe.
(DANTAS; JABLONSKI; FÉRES-CARNEIRO, 2004). “O pior conflito que os filhos podem
vivenciar, na situação da separação dos pais, é o conflito de lealdade
exclusiva, quando exigida por um ou por ambos os pais.” (FÉRES-CARNEIRO, 1998).
Féres-Carneiro, Ponciano e Magalhães (2007) pontuam que
independente da configuração familiar, a família continua a existir como um
grupo afetivo. O término do
casamento põe fim ao casal, e não ao papel dos pais. Os
filhos são diretamente influenciados pelo comportamento dos pais, no que diz
respeito tanto ao modo como se comportam em relação a eles, quanto pela maneira
como se relacionam com seus ex-cônjuges. Assim, o filho que se vê colocado no
meio das brigas dos pais pode, em algum momento, ficar confuso por não saber de
quem deve tomar partido ou em quem pode confiar. (DANTAS; JABLONSKI;
FÉRESCARNEIRO, 2004).
Brito destaca em sua pesquisa que aqueles filhos
que se sentiram como joguetes nas mãos dos pais, vivenciaram um grande mal
estar. O bom relacionamento dos pais promove tranqüilidade e segurança nos
filhos, sendo fundamental levar em consideração a relação entre os pais, quando
se almeja o bem estar dos filhos. (DANTAS; JABLONSKI; FÉRES-CARNEIRO, 2004). Ramires ressalta que o tipo de vínculo que as crianças estabelecem com seus pais
é um importante fator de resiliência no enfrentamento das transições familiares.
Para Souza a existência do
vínculo seguro entre as crianças e pelo menos uma pessoa significativa é um
fator que pode contribuir com grande significância na proteção e fortalecimento
da resiliência na criança.
Sendo assim, discorro sobre a resiliência familiar e
aponto-a como uma possível saída para a superação do divórcio dos pais. Você
sabe o que é resiliência? Falarei sobre isso ao longo dessa semana.
Referências bibliográficas:
SOUZA,
Rosane. Depois que papai e mamãe se separaram: um relato dos filhos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, São Paulo, v. 16, n. 3,
p. 203-211, Set-Dez. 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010237722000000300003&script=sci_abstract&tlng=pt>.
HACK,
Soraia Maria Pandolfi Koch; RAMIRES, Vera Regina Rohnelt. Adolescência e divórcio parental: continuidades e rupturas dos
relacionamentos. Psicologia
Clínica, Rio de Janeiro, v. 22, n. 1, p. 85-97, 2010. Disponível em:
< http://www.scielo.br/pdf/pc/v22n1/a06v22n1.pdf>.
FÉRES-CARNEIRO,
Terezinha. Casamento contemporâneo: o difícil convívio da individualidade com a conjugalidade. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto
Alegre, v. 11, n. 2, 1998. Disponível
em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79721998000200014&lng=pt&nrm=iso&tl>
.
DANTAS,
Cristina; JABLONSKI, Bernardo; FÉRES-CARNEIRO, Terezinha. Paternidade: considerações sobre a relação pais-filhos
após a separação conjugal. Paidéia, Rio de Janeiro, v.14, n. 29, p.
347-357, 2004. Disponível
em: <http://www.scielo.br/pdf/paideia/v14n29/10.pdf>.
FÉRES-CARNEIRO,
Terezinha; PONCIANO, Edna Lúcia Tinoco; MAGALHÃES, Andréa Seixas. Família e casal. In: CERVENY, Ceneide. Família em movimento. São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2007. Cap. 1, p. 23-36.
BRITO,
Leila Maria Torraca. Família pós-divórcio: a visão dos filhos. Psicologia Ciência e Profissão, Rio de Janeiro, v. 27, n. 1, p.
32-45, 2007. Disponível em: <http://bases.bireme.br/cgibin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=501929&indexSearch=ID>.
SOUZA,
Marilza Terezinha Soares de. Família e resiliência. In: CERVENY, Ceneide Maria de Oliveira (Org.). Família e... comunicação, divórcio, mudança,
resiliência, deficiência, lei, bioética, doença, religião e drogadição.
São Paulo: Casa do Psicólogo,2004. Cap. 4, p. 53-84.
Minha experiência clínica com famílias de pais divorciados
Atendendo famílias que vivenciam/vivenciaram o divórcio,
posso verificar alguns comportamentos freqüentes. Vou relatar aqui algumas de
minhas percepções.
Muitos pais têm dificuldade em conversar com os filhos
sobre o divórcio. Assim, comumente, sou procurada pelos pais para auxiliá-los
no momento de revelar a decisão do divórcio aos filhos. A maioria dos pais com
os quais tenho contato usa de estratégias como, por exemplo, inventar que o pai
viajou para se esquivar da conversa com os filhos. Esse silêncio deixa os
filhos inseguros e, em algumas situações, as crianças criam fantasias de culpa
sobre a separação dos pais.
Existem casos de crianças que desenvolveram problemas na
escola, passando a ter um rendimento escolar ruim e/ou um comportamento mais
agressivo. Pesadelos e comportamentos regressivos também acontecem. Geralmente,
a procura pela psicoterapia se dá no momento em que os pais percebem que o
divórcio gerou conseqüências aos filhos.
As crianças expressam de uma maneira mais lúdica, através
de desenhos, de brincadeiras com fantoches, ou de histórias criadas por elas, a
vontade de terem os pais juntos novamente. Muitas crianças relatam a existência
de brigas enquanto os pais eram
casados, mas ainda assim demonstram a vontade (e a
esperança) de que os pais voltem a
viver juntos. Muitos filhos queixam-se de que o pai, não
guardião, freqüentemente não aparece para buscá-los no fim de semana. Assim, a
maior queixa dos filhos é a de que o pai passou a se ausentar muito após o
divórcio.
Os adolescentes demonstram também vontade em ter os pais
casados, mas a grande maioria entende que juntos os pais não estavam felizes.
Percebo que existe uma maior proximidade dos filhos com aquele que ficou
responsável pela guarda, além de uma vontade por parte dos filhos de alcançar
um casamento que seja mais bem sucedido do que o casamento dos pais foi.
Em relação à diferença de sexo, não observo diferença
significativa na maneira dos filhos lidarem com as transições decorrentes do
divórcio. Entretanto, a idade aparece como um fator de influência. Para os
filhos que estão mais velhos quando o divórcio ocorre, é mais fácil lidar e
superar as adversidades, talvez pela maior capacidade em elaborar e entender o
que significa o divórcio.
Uma boa relação entre os ex-cônjuges e a manutenção de um
convívio saudável entre os filhos e ambos os pais mostra-se ser o apoio
fundamental para ajudar os filhos a passarem pelas transições decorrentes do
divórcio dos pais de maneira saudável e positiva.
Reflexões para buscar e/ou manter um bom relacionamento amoroso
Você
já ouviu falar do Padre Chrystian Shankar? Ele nasceu em Itaúna (MG), mas atualmente é pároco do Santuário Nossa
Senhora Aparecida em Divinópolis (MG). Desde o tempo de seminário,
desenvolvia um grande trabalho de evangelização com palestras, encontros e
retiros. Suas pregações, sempre animadas e ilustradas de muitas
histórias, agradam a todos que buscam uma palavra de conforto e esperança
baseada na Sagrada Escritura. Celebra todas as quartas-feiras a “Missa da Família”, que tem reunido
mais de 10 mil pessoas! E durante
algumas dessas celebrações o Pe. prega de uma maneira muito bem humorada e de
fácil compreensão sobre relacionamento amoroso.
Por ser terapeuta de família e casal recebo muito em meu consultório pessoas com dificuldades no relacionamento. Ontem no trabalho me lembrei de um vídeo do Pe. (que inclusive já foi exibido no Fantástico) e decidi compartilhar aqui com vocês. Independente da religião, os conselhos do padre são de grande sabedoria e proporcionam muitas reflexões. Clica aí e confira!
Vídeo 1 - 10 conselhos para quem quer conhecer alguém.
Vídeo 2 - 7 sinais que o namoro não vai dar certo.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
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